As eleições onde os riobranquenses poderão escolher seu novo prefeito e vereadores estão marcadas para o dia 6 de outubro de 2024, mas já é possível afirmar alguns nomes que podem engatar na disputa.
O Correio 68 apresenta para você alguns dos nomes, com base na pesquisa do Instituto Data Control, divulgado nesta segunda-feira (16).
→ Leia também: 1ª pesquisa pela prefeitura de Rio Branco coloca Marcus Alexandre e Socorro Neri na frente de Bocalom

MARCUS ALEXANDRE
sem partido
Foi prefeito de Rio Branco por um mandato e meio, entre 2013 e 2018, quando renunciou para concorrer ao Governo do Estado, sendo derrotado em 1º turno para Gladson Cameli (PP). Aos 45 anos, Marcus é engenheiro civil e nasceu em Ribeirão Preto (SP). A última eleição que disputou foi em 2022, como vice de Jorge Viana ao Governo, mas novamente foi derrotado por Gladson. Em seguida, ele deixou o partido para assumir cargo no TRE, onde não poderia estar ligado a nenhuma sigla.
SOCORRO NERI
progressistas
Também ex-prefeita de Rio Branco, assumiu o lugar de Marcus Alexandre em 2018 e comandou a capital até 2020, quando foi derrotada nas urnas por Tião Bocalom (PP). Em 2021, foi nomeada secretária de Educação do Estado e no ano seguinte foi a candidata a deputada federal mais votada do Acre, tendo posse programada para o mês de fevereiro.
MARA ROCHA
MDB
A jornalista e ex-apresentadora do Gazeta em Manchete foi a deputada federal mais votada de 2018 pelo PSDB, mas deixou a sigla antes das eleições de 2022 após uma série de polêmicas por sua defesa ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que rompeu com seu antigo partido. Pelo MDB, foi candidata a governadora, mas acabou ficando com a 3ª colocação atrás de dois de seus adversários políticos: Gladson Cameli e Jorge Viana (PT).
TIÃO BOCALOM
progressistas
O atual prefeito de Rio Branco foi eleito na terceira tentativa ao cargo. Segundo a mesma pesquisa que o colocou em 4º lugar na disputa pela prefeitura, sua popularidade subiu em 20% em relação ao último ano. Ainda assim, a gestão de Bocalom é marcada por polêmicas e já chegou a enfrentar um pedido de impeachment ainda em seu primeiro ano. Assim como Mara Rocha, o prefeito também se autodeclara bolsonarista.
MINORU KINPARA
PSDB
Se oficializar a candidatura, Minoru concorrerá ao cargo pela segunda vez. O ex-reitor da Ufac saiu da universidade bem conceituado e com promessa de ser uma grande liderança política, fato que não vem se concretizando nas urnas. Em 2018 tentou o Senado pela Rede Sustentabilidade, ficando na 5ª colocação, embora tivesse sido bem votado para sua primeira candidatura. Em 2020, tentou ser prefeito começando bem nas pesquisas, mas terminou na 3ª colocação e não foi ao 2º turno. Em 2022, foi candidato a deputado federal, ficando de fora pelo quociente partidário. Atualmente é presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).
NEY AMORIM
podemos
O presidente do Podemos no Acre já foi deputado estadual e presidente da Aleac pelo PT. Tentou concorrer ao Senado em 2018 pelo partido, mas ficou na 4ª colocação. Em 2022, tentou novamente concorrer ao mesmo cargo, agora do outro lado, na base do governador Gladson Cameli, de quem foi adversário na eleição anterior. No entanto, Ney ficou na 2ª colocação e a vaga ficou para Alan Rick (União Brasil).
JENILSON LEITE
PSB
Médico infectologista formado em Cuba, Jenilson Leite foi eleito deputado estadual duas vezes pelo PCdoB e depois migrou para o PSB, onde concorreu o Senado, após especulações de que seria candidato ao Governo. Jenilson obteve boa votação, mas ficou na 3ª colocação e atualmente não possui cargos eletivos.
EMERSON JARUDE
MDB
O mais jovem no páreo, Emerson Jarude é advogado e foi o deputado estadual mais votado em Rio Branco. Foi eleito vereador pela primeira vez em 2016, pelo extinto PSL (que hoje forma o União Brasil após fusão com o DEM). Pouco tempo depois, migrou para o MDB, onde está até hoje, tendo sido reeleito vereador em 2020 e eleito para a Aleac em 2022.




















