AGRICULTURA

SAFRA 2025: Recorde na Produção de Mandioca no Acre, estima IBGE


Safra de Mandioca no Acre Pode Ultrapassar 195 Mil Toneladas em 2025, Diz IBGE

A estimativa do IBGE para a safra agrícola de 2025 no Acre indica uma produção recorde de mandioca, que deve ultrapassar 195 mil toneladas. Essa previsão reforça a importância da mandioca na agricultura local e destaca o crescimento significativo da produção no estado.

A safra de mandioca no Acre vem crescendo graças a políticas públicas eficazes que incentivam a agricultura familiar. O governo estadual, por meio da Secretaria de Agricultura (Seagri), tem promovido ações como fornecimento de mudas, assistência técnica e mecanização, que contribuem diretamente para o aumento da produção. Assim, a safra de mandioca no Acre reflete o comprometimento do governo com o desenvolvimento rural e a sustentabilidade da cadeia produtiva local.

Além da mandioca, o Acre também se destaca na produção de milho, com uma estimativa de mais de 124 mil toneladas em 2025, o que representa um aumento de 35,8% em relação ao ano anterior. A área plantada no estado ultrapassa 64 mil hectares, demonstrando o potencial agrícola da região. Portanto, a safra de mandioca no Acre não é um fenômeno isolado, mas parte de um crescimento mais amplo na produção agrícola do estado.

Outro ponto relevante é que a mandioca é o principal produto cultivado no Acre, com uma previsão de colheita superior a 511 mil toneladas para 2025, conforme dados do IBGE. Essa produção expressiva coloca o Acre entre os estados com maior contribuição para o mercado nacional de mandioca, o que pode impulsionar ainda mais a economia local e gerar novas oportunidades para os agricultores familiares.

A safra de mandioca no Acre para 2025 mostra um cenário otimista e promissor. O aumento da produção é resultado direto das políticas públicas e do esforço dos produtores locais. Com isso, o Acre consolida sua posição como um importante polo produtor de mandioca no Brasil, contribuindo para o fortalecimento da agricultura familiar e para o desenvolvimento econômico da região.

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Ana Cristina - Redatora