SAÚDE

RISCO: Mpox no Brasil; País Confirma Mais de 60 Casos em 2026; Veja Estados Afetados 


Foto: Ministério da Saúde/Reprodução

📌 Ministério da Saúde Informa que Quadros são Leves ou Moderados, sem Mortes Registradas


📌 O Brasil já confirmou ao menos 62 casos de mpox em 2026, segundo dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais. Apesar do aumento nas notificações, as autoridades sanitárias reforçam que os quadros são predominantemente leves ou moderados e não há registro de óbitos até o momento.

Mas qual é o cenário atual da doença no país? Existe risco de uma nova pandemia? E o Carnaval pode influenciar os números? Entenda a seguir.


📊 Estados com Casos Confirmados de Mpox em 2026

O estado de São Paulo concentra a maioria das notificações, seguido por Rio de Janeiro e outros estados.

📍 Casos confirmados por estado:

  • São Paulo: 44 casos confirmados

  • Rio de Janeiro: 9 casos

  • Rondônia: 4 casos

  • Bahia: 2 casos

  • Rio Grande do Sul: 1 caso

  • Distrito Federal: 1 caso

  • Santa Catarina: 1 caso

📍 Situação detalhada em São Paulo

  • 185 casos suspeitos notificados

  • 71 ainda sob investigação

  • 57 já descartados

No Rio de Janeiro, segundo o Observatório Epidemiológico (EpiRio):

  • 20 notificações registradas

  • 4 casos seguem em investigação


📉 Número de Casos é Menor que em 2025

De acordo com o painel epidemiológico do Ministério da Saúde, o Brasil registra em 2026 um número cinco vezes menor de casos em comparação ao mesmo período do ano passado.

  • Janeiro e fevereiro de 2025: 260 casos confirmados

  • Janeiro e fevereiro de 2026: cerca de 47 a 62 casos confirmados (dados atualizados por estados e MS)

O Ministério reforça que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para identificação precoce e monitoramento da doença.


🌍 Nova Cepa Preocupa?

Nesta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a identificação de uma nova cepa do vírus mpox na Índia e no Reino Unido.

Até o momento:

  • Não há registro dessa nova variante circulando no Brasil.

  • Autoridades seguem monitorando possíveis casos importados.

Especialistas explicam que, apesar da vigilância internacional, não há cenário que indique risco de pandemia neste momento, principalmente porque:

A transmissão exige contato próximo.

O país já possui protocolos de diagnóstico e isolamento.

A maioria dos casos evolui com sintomas leves.


🎭 Carnaval pode Aumentar os Casos?

Eventos com grande aglomeração, como o Carnaval, podem:

  • Aumentar o número de contatos próximos;

  • Elevar o risco de transmissão;

  • Gerar aumento nas notificações nas semanas seguintes.

Especialistas alertam que o impacto costuma ser percebido duas a três semanas após grandes eventos, período correspondente ao tempo de incubação do vírus.


⚠️ Sintomas e Prevenção

O Ministério da Saúde orienta que pessoas com sintomas compatíveis procurem atendimento médico.

Principais sintomas:

  • Erupções cutâneas ou lesões na pele

  • Febre

  • Linfonodos inchados

  • Dor no corpo

Recomendações:

  • Evitar contato próximo com pessoas com lesões suspeitas

  • Não compartilhar objetos pessoais

  • Informar histórico de contato com casos suspeitos

  • Buscar atendimento imediato ao notar sintomas


📌 O cenário da mpox no Brasil em 2026 é considerado estável e sob controle, com número de casos inferior ao registrado no ano passado e ausência de mortes. No entanto, autoridades seguem em alerta, especialmente diante da circulação internacional de novas variantes e do aumento da mobilidade durante o Carnaval.

A recomendação é clara: informação, vigilância e prevenção continuam sendo as principais ferramentas contra a doença.


📣 Você acredita que grandes eventos podem influenciar no aumento dos casos?
Como avalia a resposta do Brasil até agora?

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📝O que é mpox?

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.


❓ Quantos casos de mpox o Brasil confirmou em 2026?

Até o momento, o Brasil confirmou mais de 60 casos em 2026, segundo o Ministério da Saúde e autoridades estaduais. A maioria dos quadros é considerada leve ou moderada, sem registro de mortes.


❓ Quais estados registraram casos?

Os estados com confirmações incluem:

  • São Paulo (maior número de casos)

  • Rio de Janeiro

  • Rondônia

  • Bahia

  • Rio Grande do Sul

  • Distrito Federal

  • Santa Catarina

São Paulo concentra a maior parte das notificações.


❓ A mpox pode virar uma nova pandemia?

Especialistas afirmam que não há, neste momento, cenário de pandemia. Diferente da covid-19, a mpox exige contato próximo para transmissão, o que facilita o controle por meio de isolamento e rastreamento de casos.


❓ Existe uma nova variante da mpox?

A Organização Mundial da Saúde confirmou recentemente a identificação de uma nova cepa na Índia e no Reino Unido. Até agora, não há registro dessa variante circulando no Brasil.


❓ Quais são os sintomas da mpox?

Os sintomas mais comuns incluem:

  • Erupções ou lesões na pele

  • Febre

  • Linfonodos inchados

  • Dor no corpo

  • Cansaço

As lesões podem surgir no rosto, mãos, pés ou região genital.


❓ O Carnaval pode aumentar os casos?

Eventos com grande circulação de pessoas podem elevar o número de contatos próximos, o que pode resultar em aumento de notificações nas semanas seguintes. O impacto, se ocorrer, costuma aparecer entre duas e três semanas após as festas.


❓ O que fazer em caso de suspeita?

O Ministério da Saúde recomenda:

Procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica.

Evitar contato próximo com outras pessoas.

Informar se houve contato recente com caso suspeito ou confirmado.


❓ A mpox tem tratamento?

O tratamento é voltado para alívio dos sintomas. A maioria dos casos evolui de forma leve ou moderada e se resolve em poucas semanas.


❓ Como prevenir a mpox?

  • Evitar contato direto com lesões de outras pessoas

  • Não compartilhar objetos pessoais

  • Manter higiene adequada das mãos

  • Procurar atendimento ao notar sintomas

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Ana Cristina - Redatora