A decisão do prefeito Bocalom de retornar com as aulas presenciais para o 5º ano do Ensino Fundamental em plena segunda onda da pandemia de coronavírus, tem polarizado opiniões. Segundo apurou o site ContilNet, junto à Secretaria Municipal de Educação (Seme), um pouco mais de 600 trabalhadores fazem parte do grupo de risco para a Covid-19.
A secretária de Educação de Rio Branco, Nabiha Bestene, afirma que há previsão do Ministério da Saúde (MS) para que esse público seja incluído em uma segunda fase da vacinação, porém ainda sem data prevista.
Com o anúncio do retorno forçado dos servidores e a tentativa de fazer com que 1.800 alunos de 28 escolas retornem às salas de aulas, impulsionou um protesto marcado para o dia 1º de fevereiro em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro.
“Prefeito vai vacinar trabalhadores e alunos? Sem Vacinação não vamos para sala de aula e a grande maioria dos pais se recusam enviar seus filhos para a escola. Bom senso, homem. A vida é mais importante que o ano letivo”, disse a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.




















