A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco, a RBTrans, terá 60 dias para apresentar ao Ministério Público (MPAC) um plano de fiscalização permanente dos taxistas para identificar e punir motoristas que praticam as chamadas ‘corridas compartilhadas’.
A recomendação foi dada pela Promotoria de Defesa do Consumidor, que argumentou que o táxi compartilhado não é regularizado na capital.
“Com isso, promove uma competição desleal com o sistema regular de transporte coletivo porque realiza as mesmas linhas e trajetos definidos para os ônibus urbanos, realizando a capacitação de clientes nos pontos de embarque e desembarque, sendo que não arca ônus da meia-passagem e das gratuidades, que são exclusivas do transporte coletivo, fatores que levam a um desequilíbrio de mercado”, diz trecho da recomendação.
Com um valor de tarifa de R$ 6, em meio a uma crise vivida no transporte coletivo, o táxi compartilhado é usado por cerca de 7 mil pessoas em Rio Branco, segundo dados do Sindicato dos Taxistas e Condutores Autônomos. O serviço funciona diariamente das 5h às 19h.




















