Com poucas chuvas e período de seca, a concentração de partículas poluentes no ar atinge números alarmantes. Rio Branco já registra um nível de poluição sete vezes maior do que o estipulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como normal.
Dados do relatório da sala de situação de monitoramento hidrometeorológico do Acre, divulgados nessa terça-feira (6), mostram que na capital acreana a concentração de material particulado chegou à máxima concentração de 184,33 µg/m³, às 22h41 de segunda (5).

A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a quantidade de material particulado por metro cúbico aceitável é de 25 microgramas. Acima disso, a qualidade é ruim para a saúde das pessoas.
As leituras são feitas por equipamentos de monitoramento da qualidade do ar instalados na Universidade Federal do Acre (Ufac) e na sede do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC), no Centro de Rio Branco.
O relatório traz ainda que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos alerta que a concentração de partículas superiores a 89 µg/m³ por um período de uma a três horas já é considerada nociva a grupos de risco, como pessoas com doenças respiratórias ou cardíacas, idoso e crianças.




















