Cerca de 6% dos restaurantes cadastrados no iFood tiveram seus nomes alterados na última terça-feira (2) por mensagens de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contra as vacinas da Covid-19.
Segundo a empresa, as alterações foram feitas pela conta de um funcionário que “tinha permissão para ajustar informações cadastrais dos restaurantes na plataforma, e que o fez de forma indevida.”
O iFood afirmou que não houve vazamento de dados de clientes ou entregadores.
A empresa garantiu também que os meios de pagamento dos clientes estão seguros. “Eles não são armazenados nos bancos de dados do iFood, ficando gravados apenas nos dispositivos dos próprios usuários, não tendo havido comprometimento de dados de cartões de crédito”, acrescentou.
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) disse ter recebido com preocupação a notícia de que 6% dos estabelecimentos tiveram os nomes alterados no iFood e pediu que os restaurantes sejam compensados pelo prejuízo.
“Além dos óbvios prejuízos financeiros (que, esperamos sejam compensados pelo aplicativo) e de imagem para os estabelecimentos, o que chama a atenção é a fragilidade demonstrada”, disse em nota a Abrasel.
A associação também pediu a revisão dos procedimentos de segurança no iFood e em outros apps de delivery para que dados de restaurantes e clientes sejam protegidos.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/B/V/7wxWRhRzi4HQvn3fRoDA/reproducao.jpg)




















