Os chefes de equipe e coordenadores do presídio Evaristo de Moraes, em Sena Madureira, tomaram por unanimidade a decisão de entregarem seus cargos por discordâncias com o governo.
A decisão pode tornar caótica a administração do presídio, que conta com cerca de 600 detentos.
Deixaram seus cargos quatro chefes de equipe, os coordenadores administrativo, de segurança, de produção, de inteligência e o de monitoramento eletrônico.
Segundo informações, a decisão foi tomada após decisão do Governo de enviar ao local homens do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e do Grupo de Operações Especiais (GPOE) para tentar enfraquecer o movimento da classe que cobra aprovação da Lei Orgânica e outras vantagens, tais como absorção das gratificações em um vencimento único, por exemplo.
“Sem a atuação dos chefes de equipes, é impossível o bom andamento do serviço diário, a atualização do sistema e outras necessidades, que de exclusiva atuação dos Polícias Penais. Não sabemos como o IAPEN vai lidar com isso”, informou um policial.




















