Polêmico desde sua criação, o ‘Fundão’, nome como ficou conhecido o Fundo Eleitoral, deve receber aumento de 185% no valor após a aprovação no Congresso Nacional, sobretudo, com votos de representantes do Acre. Assim, ele passará de R$ 2 bilhões para R$ 6,7 bilhões.
Câmara
Dos oito deputados federais que representam o Acre, apenas quatro votaram na sessão, sendo que deste Léo de Brito, do PT, foi o único a votar contra o aumento. Os que votaram a favor foram Alan Rick, do DEM; Flaviano Melo, do MDB e Mara Rocha, do PSDB.
Em Brasília, o Acre ainda conta com outros quatros deputados que optaram por não votar, são eles Drª Vanda Milani, do Solidariedade; Jéssica Sales, do MDB; Jesus Sérgio, do PDT e Perpétua Almeida, do PCdoB. Sobre a ausência, Perpétua foi até a hora do fechamento desta reportagem, a única justificar, ela afirma ser contra o aumento, mas que encontrou problemas no sistema no momento de votar.
Senado
Já os representantes do Acre no Senado Federal foram unanimes no voto pela aprovação do aumento. São eles os senadores Marcio Bittar, do MDB; Mailza Gomes, do Progressistas e Sérgio Petecão, do PSD.
A LDO estabelece as diretrizes para elaboração do Orçamento do ano que vem, portanto, inclui as previsões de receitas e despesas e a meta fiscal. O Orçamento 2022 propriamente dito deve ser enviado pelo governo para apreciação do Congresso até 31 de agosto.
Único a votar contra, o deputado Leo de Brito se pronunciou por meio de seu perfil oficial no Twitter, onde afirmou ser um absurdo, em plena pandemia, um aumento de 185% no Fundão:
Votei contra! Um absurdo! Em
plena pandemia a base do Bolsonaro aprova na surdina o Fundão e eleva o fundo eleitoral para quase R$ 6 bilhões, um aumento de 185%. Vergonhoso! #Fundao6BiNao #Absurdo pic.twitter.com/AvRy4S1QUJ— Leo de Brito (@leodebritoac) July 16, 2021




















