A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) cancelou duas CPIs após os deputados Jonas Lima (PT), Fagner Calegário (Podemos) e Pedro Longo (PV) retirarem as suas assinaturas. As CPIS tramitavam na Casa e iriam investigar supostas fraudes e desvios de recursos destinados à Secretaria de Educação (SEE).
A CPI foi uma proposta do deputado Daniel Zen (PT) pretendia investigar possíveis irregulares na Educação no exercício de 2019 e 2020. Já o segundo requerimento foi feito pelo líder do governo na Casa, Pedro Longo pedia a ampliação do período investigado para 2016 a 2020. Porém, Pedro Longo retirou a própria assinatura do pedido.
Os dois pedidos de abertura da CPI foram protocolados na Aleac no mês de abril. De acordo com a Casa, os dois requerimentos eram praticamente iguais e tinham como objetivo a instalação de uma CPI, que deve investigar pelo prazo de 90 dias, indícios de malversação e de realização insuficientes de despesas dos recursos destinados à educação acreana.
No último dia 4, a Aleac autorizou a instalação das CPIs propostas pela oposição e pela bancada de apoio ao governo no parlamento. Desde o início, o líder do governo Pedro Longo afirmava que o momento era de preocupação com a pandemia de Covid-19 e uma CPI poderia tirar as atenções do problema. As retiradas das as assinaturas foram justificadas pela atitude do governador Gladson Cameli (Progressistas) de exonerar o secretário da pasta, professor Mauro Sérgio e nomear em seu lugar a ex-prefeita de Rio Branco, professora Socorro Neri (PSB).




















