Página infeliz da nossa história
O dia de hoje deve ser sempre lembrado como a data que marcou o subterrâneo da história do Brasil. Foi em 31 de março de 1964 que os militares deram início ao golpe que exilou, torturou e matou brasileiros pelo simples fato de discordarem, de forma explícita, da ditadura militar. Ser de esquerda, comunista, socialista, ou simplesmente democrata, nessa época era um perigo. Até livros eram queimados pelos milicos. Alguém ou governo que, além de matar pessoas, queima livros, não merece nada além o que um lugar no lixo da história. Dia 31 de março, a data que envergonha os brasileiros de bem.

Ditadura militar
O Golpe Militar de 1964 foi a tomada do poder pelas Forças Armadas, com a deposição do presidente trabalhista, João Goulart. A fundamentação usada foi a possibilidade de Goulart transformar o Brasil num país comunista.
Morte aos comunistas
A princípio achava-se que as Forças Armadas entregariam o poder aos civis, só que isso não aconteceu. Os militares permaneceram no poder, torturando e matando “comunistas” por 21 anos.
Cinco presidentes
Durante os 21 anos do Golpe Militar, o Brasil teve 5 presidentes e 16 atos institucionais, mecanismo legal que se sobrepõe à constituição.
Aberração
O deputado estadual Roberto Duarte Júnior (MDB) usou o pequeno expediente da Assembleia Legislativa para criticar a medida restritiva do governo em relação ao fechamento do comércio nos finais de semana. Ele chamou a medida de “aberração” e disse que a mesma é ineficaz. O insosso deputado emedebista adora um holofote. Para aparecer, ele contraria até mesmo os especialistas e a ciência. Ontem ele queria vacina 24 horas por dia e hoje clama por tudo aberto aos finais de semana. Como diria o craque Romário, “calado é um poeta”.
Bittar maestro
O anúncio de que o MDB estará a partir de agora compondo a base de apoio de Gladson Cameli, foi celebrado pelo governador e pelo “maestro” dessa engenharia política, senador Marcio Bittar (MDB). Bittar já disse diversas vezes que não disputará o governo do Estado em 2022 e que estará no palanque da reeleição de Cameli.
Competitivo
Uma fonte muito próxima do grupo político de Bittar revelou que o projeto principal do clã em 2022 é e candidatura do filho, João Paulo Bittar a deputado federal. Marcio conhece como poucos o caminho das pedras, João Paulo tem pedigree político e carisma pessoal. É sem dúvida um candidato altamente competitivo.
Isolado

E quanto mais o tabuleiro da política local vai se desenhando, mais o vice-governador Major Rocha vai ficando isolado. Gladson não o quer nem por perto, o PT menos ainda, só resta, talvez, se segurar em uma improvável chapa liderada pelo senador Sérgio Petecão (PSD). A política forjada no combate cobra um preço alto. Por onde passou, Rocha brigou. Agora ninguém o quer no palanque. Precisa se reinventar politicamente. Tem inteligência e capacidade para tal, mas precisa agir rapidamente ou a cada dia irá ficando mais isolado.
De olho no Senado Federal
Cresce cada vez mais a possibilidade do deputado federal Flaviano Melo (MDB) disputar uma vaga ao Senado Federal, na eleição do ano que vem.
Certificado
A vacina Sputnik V, comprada pelo Governo do Estado, recebeu o certificado de boas práticas de fabricação da Anvisa. A certificação é o documento necessário para obtenção do registro de medicamentos biológicos. A previsão é que a vacina chegue ao estado ainda no mês de abril.
Entre raposas e galinhas
“Nós queremos um regime que não seja apenas da raposa, queremos um regime da raposa e da galinha, onde existam espaços para os dois.” (Leonel de Moura Brizola)




















