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Bocalom volta a defender o tratamento precoce para Covid-19; o prefeito de Rio Branco parece não se cansar de falar bobagens


Deus nos acuda

Em audiência pública na Câmara municipal de Rio Branco, nesta sexta-feira (26), para debater a problemática dos contratos firmados entre as empresas terceirizadas e a Prefeitura de Rio Branco, a vereadora Michelle Mello (PDT) foi precisa ao se referir ao secretário da zeladoria, Joabe Lira. “O secretário Joabe Lira, assim como quase todos os secretários do Bocalom, quando abre a boca para se pronunciar é um Deus nos acuda”. E é mesmo.

Elefantes em quarto de louças                     

A vereadora disse ainda que, “quando trabalhamos com a vida das pessoas, devemos ter outro tipo de postura. E isso vale não só para os garis, como também para os empresários”. Mais uma vez ela está certa. A zeladoria, através de seu secretário Joabe e do diretor Marcos Vitorino, agrediu não só os garis e margaridas. Tentou jogar na lama também a reputação dos empresários. Alguns secretários do Bocalom parecem elefantes em um quarto cheio de louças.

Triste história

O vereador Arnaldo barros (Podemos) disse que o dia 15 de março entrará para história de Rio Branco por conta das imagens desnecessárias da polícia agredindo garis e margaridas, que reivindicavam salários atrasados. “Eram pais e mães de família que estavam ali”, lembrou o pastor-vereador.

Não mereciam

O vereador Ismael machado (PSDB) fez questão de lembrar que os garis e margaridas trabalharam incansavelmente durante este período de pandemia, dengue e enchente. “Não mereciam aquele tratamento”. O vereador está certo, não mereciam mesmo.

Intervenção do MP

O vereador Fábio Araújo (PDT) propôs uma intervenção do Ministério Público Estadual para resolver a situação dos pagamentos dos garis. “Proponho uma reunião conjunta com o Ministério Público para que seja elaborado um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) dentro dos contratos e decidida a forma de pagamento se por medição de metro quadrado ou por posto de serviço, considerando que precisamos esclarecer quais os parâmetros que estão sendo utilizados, pois existem vários fatores que não estão sendo levados em conta, como o fato destes trabalhadores terceirizados estarem cumprindo carga horária, à disposição da Zeladoria 08 horas diárias, enquanto os gestores municipais insistem no pagamento por medição e pelo que rege a legislação se é por metro quadrado não teria que haver esse vínculo de postos de serviço em áreas internas da secretaria ou nos cemitérios e em outras atividade cumprindo carga horária”, questionou.

Bittarlândia

O senador Marcio Bittar emplacou o novo secretário de agricultura do Estado. Trata-se do seu amigo e pecuarista, Nenê Junqueira.

Ele não cansa

Durante a apresentação dos novos médicos cubanos que irão trabalhar nas unidades de saúde do município, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, voltou a defender o tratamento precoce contra a covid-19.

¿Por qué no te callas?

“Não posso nem ficar externando minha opinião… Só porque não estar na bula não posso receitar.” Não prefeito, o senhor não pode receitar, em primeiro lugar, porque não é médico, e depois, porque já está para lá de comprovado que esses medicamentos são ineficazes para o tratamento da Covid-19. Como tem talento em falar bobagens o prefeito de Rio Branco.

Perguntinha

Alguém sabe informar por que não se vacina contra o coronavírus nos finais de semana em Rio Branco? Dois dias sem vacina pode significar mais doentes e mortos.

Cadê Marfisa?

A vice-prefeita Marfisa Galvão, presidente da Fundação Garibaldi Brasil, segundo alguns artistas, não aparece há por lá, há mais de um mês. Alguém achou mesmo que a administração de Tião Bocalom levaria a cultura a sério e com a importância que ela merece? Então tá!

E aí?

“Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela.” (John Kennedy)

 

 

 

 

 

 

 

 

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André Diogo