Na última quinta-feira, 20 de março de 2025, a Câmara Municipal de Rio Branco foi palco de uma sessão tensa, marcada por discussões que quase terminaram em agressões físicas entre vereadores. O motivo foi o Projeto de Lei Complementar (PLC), enviado pelo Executivo, que propõe a criação de novos cargos comissionados na prefeitura.
Durante o grande expediente, o vereador Éber Machado (MDB) criticou o PLC. Ele destacou o parecer contrário da Procuradoria da Casa e argumentou que, diante da emergência causada pelas enchentes, não era o momento adequado para discutir o tema.
Em seguida, o vereador Antônio Moraes (PL) subiu à tribuna e, em tom provocativo, chamou Éber de “cordeirinho” por sua atuação na Assembleia Legislativa. A fala aumentou o clima de tensão. Éber interrompeu Moraes e exigiu respeito. A troca de acusações escalou, e ambos se recusaram a ceder a palavra.
O ápice veio quando Éber avançou na direção de Moraes, sendo contido por Neném Almeida e André Kamai, da oposição. Por fim, a sessão foi suspensa para evitar confronto físico.
Além desse episódio, o clima político em Rio Branco segue carregado. Em reunião recente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), também sobre o PLC, gritos e desentendimentos dominaram o debate, reforçando a polarização entre situação e oposição.
No geral, os episódios evidenciam o aumento das tensões políticas locais, impulsionadas por disputas sobre cargos e alocação de recursos públicos.
intensos entre os representantes eleitos.




















