Após o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), defender o retorno das aulas presenciais a partir do dia 1º de fevereiro, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), professora Rosana Nascimento, disse que está orientando os servidores da educação, tanto estaduais como municipais, para retornarem somente após a imunização de toda a categoria contra a Covid-19.
“As autoridades acreanas não podem colocar em risco a saúde dos trabalhadores e das crianças matriculadas na pré-escola e no fundamental”, declarou a sindicalista
Em publicação no seu perfil no Facebook, Rosana Nascimento destacou que falta infraestrutura nas creches e escolas da rede municipal e também apontou que as escolas precisam adotar os protocolos de biosseguranças que determinam a instalação de pias para higienização das mãos das crianças e adolescentes matriculados no 1° ao 6° Ano e adequações em outras dependências.
Desde a campanha, o prefeito Tião Bocalom adota posicionamento de retorno imediato das atividades, sobre as aulas, ele disse:
“Eu sou a favor de que as aulas recomecem, já. A ideia é para o dia 1° de fevereiro”. Na Europa e no Japão, por exemplo, está tendo aula normal. Infelizmente, só nos países mais pobres estão com essa história de não colocar as crianças nas escolas”, disse.
Bocalom citou os exemplos na tentativa de mostrar que é possível retomar as aulas com segurança.
“A secretária de Educação vai discutir com a equipe e terá total autonomia para decidir se inicia as aulas em fevereiro ou não. Eu acho que as crianças têm que estar nas escolas. Separa elas, usando álcool em gel, máscaras. Elas não podem sofrer sem educação”, justificou.
A presidente do Sinteac informou que desde a primeira semana de janeiro tenta ter uma reunião com a secretária Municipal de Educação, Nabyha Bestene, para tratar da pauta da categoria, mas até o presente momento não obteve nenhuma resposta.




















