O leilão de aeroportos realizado nesta quarta-feira (7) atraiu interessados para todos os 3 blocos e garantiu ao governo federal uma arrecadação inicial de R$ 3,302 bilhões. O investimento total nos 22 aeroportos, que foram divididos em 3 blocos, é estimado pelo governo em R$ 6,1 bilhões durante os 30 anos de concessão.
Entre as empresas que participaram do leilão está a francesa Já a francesa Vinci Airports, fundada em 1996 e atualmente opera o aeroporto de Salvador (BA). A empresa ficou com todo o bloco Norte que incluem os aeroportos Plácido de Castro, em Rio Branco e o de Cruzeiro do Sul. O bloco também inclui os aeroportos de Porto Velho (RO), Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR).
A Vinci Airports terá que pagar, já na assinatura dos contratos, o valor do lance mínimo, acrescido do ágio ofertado. Além desse pagamento inicial, ela terá que pagar ao governo um percentual da receita obtida, a partir do quinto ano de contrato. Os percentuais pré-estabelecidos aumentam até o 9º ano do contrato, tornando-se constantes a partir de então até o final da concessão. Com essa modelagem, o governo também compartilha o risco do negócio com as concessionárias.




















