
Segundo informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Acre registrou 205 focos de incêndios de janeiro até o dia 15 de julho deste ano, o maior número de queimadas para o mesmo período desde 2018.
Além disso, o número cresceu este ano cresceu 5% quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 195 focos.
Ainda de acordo com os dados, os municípios de Brasileia, Epitaciolândia, Porto Acre e Rodrigues Alves foram os que registraram o maior número de queimadas por quilômetro quadrado.
No entanto, dos 205 focos registrados durante todo o ano de 2021 até o momento, 110 ocorreram somente do dia 1º a 14 de julho, onde inicia o período de estiagem.
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Qualidade de ar
No período de estiagem, a concentração de partículas poluentes no ar atinge números altos. Dados dos sensores de monitoração mostram que atualmente a qualidade do ar está quase o dobro acima do ideal para a respiração no Acre.
Conforme o relatório, a concentração de material particulado chegou à máxima concentração de 46 µg/m³, nessa quinta (15), em Rio Branco. Nas cidades de Sena Madureira, Brasileia, Acrelândia, Cruzeiro do Sul, Jordão, Mâncio Lima, Tarauacá, Santa Rosa do Purus, Bujari, Manoel Urbano, Plácido de Castro e Senador Guiomard, a concentrou chegou a 42 µg/m³.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a quantidade de material particulado por metro cúbico aceitável é de 25 microgramas. Acima disso, a qualidade é ruim para a saúde das pessoas.




















