
Ainda não
Ainda não vai ser dessa vez que o Júlio César, mundialmente conhecido como “Roxim”, mostrará todo o seu talento na gestão Gladson Cameli. Por não possuir formação superior, condição necessária para assumir a função, Roxim fora demitido do cargo, 24 horas após sua contratação.

Roxim
A alguns bons escribas aqui do nosso quintal: “Roxinho” não existe. A Alcunha correta do “quase diretor do Imac” é “Roxim”.
Substituição
Para o lugar de Roxim, o governador Gladson nomeou o policial penal, Renê Fontes.
Experiência
Fontes foi candidato a vereador nas eleições do ano passado, pelo PDT, obtendo 1.407 votos. É um jovem de 33 anos, bacharel em direito e com mais de uma década de funcionalismo público.
Odiar alguém é preciso
Muito alvoroço nos bastidores político por conta da visita que o presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Cesário Braga, fez ao senador Sérgio Petecão (PSD). Uma grandessíssima bobagem. Afinal, política se faz conversando e adversário não é inimigo. O único problema é que, o Brasil se transformou no país do ódio. É preciso odiar alguém para que outro alguém te ame. Que tristeza todo esse ódio que estamos alimentando.
Corona weekend
Da série “tem coisas que só acontecem no Brasil”: a partir desta terça-feira (09), os bares e restaurantes podem reabrir suas portas para atendimento ao público, com 20% de suas capacidades. Mas é só até sexta-feira. A partir de sábado (13), todos os serviços voltam a fechar as portas ao público. Só podendo funcionar, farmácia e serviço de transporte. Será que querem nos fazer acreditar que o coronavírus é mais transmissível nos finais de semana? Essa é a nossa Sucupira de cada dia.
Dr. Cloroquina
Na audiência pública na Câmara de Vereadores de Rio Branco, na manhã desta terça-feira (9), o prefeito Tião Bocalom disse que ele, assim como o governador Gladson Cameli, faz uso de hidroxicloroquina como tratamento preventivo contra a Covid-19. É a máxima: não basta fazer bobagens, é preciso anunciá-las.
Ouvir os especialistas
Sobre os graves problemas do transporte público em Rio Branco, Bocalom disse que não entende do assunto e que está ouvindo os especialistas da área. Perguntinha: por que o prefeito não escutou os especialistas em relação à Covid-19? Assim, não tomaria remédios sem nenhuma eficácia, e ainda por cima falaria menos asneiras.
Puxão de orelha
A vereadora Lene Petecão (PSD), aproveitou a audiência pública para repreender o prefeito, por este, segundo ela, não aceitar críticas e nem sugestões: “vejo que o senhor fica com muita raiva quando alguém o critica… quando a gente cobra não é por raiva do Tião Bocalom. Essa é a nossa função como vereadores”. A vereadora está coberta de razão.
Malas prontas
Sobre as constantes viagens do prefeito, o vereador Fábio Araújo (PDT) as classificou como impróprias, considerando a grave crise sofrida pela população, em virtude das enchentes. Bocalom respondeu que não irá diminuir as viagens. “Não sou obrigado a concordar com sua opinião, mas não adianta ficar tirando fotos em meio a enchente, temos que buscar recursos e foi o que fiz, quero dizer vereador, que irei continuar indo a Brasília em busca de recursos”, disse.
Boa Viagem
Mas o que faltava não era gestão? Enfim, boa viagem, prefeito. Quando vier pela cidade, faça uma visita aos bairros.
Vai continuar
Questionado pela vereadora Michelle Mello (PDT), sobre a distribuição de cloroquina e ivermectina, remédios com ineficácia comprovada, Bocalom falou que irá continuar entregando os medicamentos à população, nos postos de saúde.
Crime

Michelle Mello, que também é médica, disse que irá buscar as medidas cabíveis para a responsabilização da prefeitura: “a prática de indicar remédios sem comprovação de eficácia é crime previsto no Código Penal brasileiro, é curandeirismo”.
Brizola forever
A política ama a traição e odeia o traidor (Leonel Brizola)




















