“O hospital que ele comandava inicialmente se chamava Santa Casa de Rio Branco. Criada em 1975, a unidade acumulou dívidas trabalhistas e tributárias, o que a impedia de receber verbas públicas. Nesse cenário, de acordo com o procurador Lucas Almeida, responsável pela investigação, Aleksandro reativou o CNPJ de uma outra entidade, com o nome de Santa Casa da Amazônia, para onde foram destinadas as emendas de Bittar. Os dois hospitais, porém, funcionam no mesmo endereço, em Rio Branco, capital do estado”, escreve o jornal carioca.
Em março, o MPF entrou com uma ação na Justiça para pedir a anulação do repasse. O Globo também destacou que na recepção da Santa Casa, haviam quadros tanto de Marcio Bittar, como de sua ex-esposa, Márcia, que é pré-candidata ao Senado; e também do presidente Jair Bolsonaro (PL).




















