CASO JONHLIANE

Testemunha diz que Jonhliane Paiva ainda estava viva após impacto com BMW


Uma mulher que presenciou o momento em que Jonhliane Paiva, de 30 anos, foi atropelada e morta na avenida Antônio da Rocha Viana no dia 6 de agosto de 2020 pode ser a peça fundamental para a condenação dos réus, Ícaro Pinto e Alan de Araújo, que segundo as investigações, disputavam uma corrida clandestina de rua quando a fatalidade ocorreu.

O promotor de Justiça Efrain Mendoza, destacou no primeiro dia de julgamento que “uma das testemunhas vai referendar aquilo que já é evidente. Foi alguém que presenciou o exato momento em que a jovem foi morta. Inclusive, ela chegou a comentar que, logo após o crime, Jonhliane ainda estava viva, mas o Samu não havia chegado a tempo”.

Ele frisou que a testemunha relatou que estava vindo do trabalho, quando presenciou o acidente de trânsito.

“Uma senhora que estava vindo do trabalho, que estava em uma parada de ônibus próxima a uma igreja, subindo a Antônio da Rocha Viana, viu as ultrapassagens, e quando o carro escuro bateu na vítima, ela diz que Jonhliane foi jogada ao ar. É uma testemunha primordial. Ela já prestou seu depoimento e, por mas que não tenha comparecido neste primeiro dia de julgamento, já temos essa prova, esclarecendo o momento fatal do crime. O depoimento colaborará com os vídeos, que mostram toda sequência, além dos laudos processuais”.

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André Diogo