O futuro prefeito da capital acreana eleito no último dia 29, Tião Bocalom (PP), terá uma difícil tarefa ao acomodar os diversos aliados políticos na estrutura da maquiná pública municipal.
O progressista, que iniciou a campanha com uma pequena coligação formada entre PP e PSD, com o tímido apoio dos senadores Mailza Gomes, Petecão e do deputado José Bestene, no segundo turno, agregou praticamente todos os figurões da disputa, entre eles, Minoru Kinpara, Major Rocha, Mara Rocha, Márcio Bittar, Roberto Duarte e até o presidente estadual do PT, Cesario Braga.
Com este cenário, Tião Bocalom, que é professor de matemática, terá que colocar em prática todo seu conhecimento com cálculos e equacionar entre seus apoiadores, os 408 cargos em comissão da prefeitura de Rio Branco.
Dos 408 cargos que estarão à disposição do futuro prefeito, 42 são de natureza militar. O enquadramento administrativo do Poder Executivo Municipal tem este formato desde janeiro de 2019, depois da reforma administrativa feita por Socorro Neri e aprovada na Câmara de Rio Branco. A prefeitura conta com 11 secretaria, até dezembro de 2018 funcionava com 16 secretarias.
Além disso, Bocalom terá sob seus cuidados um orçamento R$ 1.019.815.682 (um bilhão, dezenove milhões e 815 mil) aprovado na atual legislatura para trabalhar no primeiro ano de sua gestão. O valor é 1,009% a menos que o orçamento da prefeitura aprovado para este ano, que foi de R$ 1.030.152. 281. A queda se deve aos efeitos da pandemia de covid-19.




















