O vice-governador Major Rocha, desde que engrenou politicamente, parece ter contraído a síndrome da oligarquia política, já que, obcecado pelo poder, a cada eleição tenta promover integrantes de sua família a cargos políticos.
Seguindo o exemplo da dupla irmãos Viana, o vice-governador agora tenta emplacar o trio irmãos Rocha. Depois de eleger sua irmã, Mara Rocha, deputada federal em 2018, trabalha para garantir uma cadeira na Câmara de Vereadores de Rio Branco para o candidato, Pang Rocha, também seu irmão.
O nepotismo eleitoral de Rocha é nocivo à política acreana e uma mera repetição do modus operandi do Partido dos Trabalhadores no estado, já que a política de eleger apenas irmãos ou familiares próximos retira dos bons candidatos, porém desapadrinhados, a chance de concorrer em pé de igualdade.
No PSDB, partido pelo qual Pang Rocha concorre a uma vaga de vereador na capital, há uma crise instaurada em virtude do suposto favorecimento que o irmão da deputada federal e do vice-governador estaria tendo em relação aos demais.
Ao Correio 68, um candidato a vereador da sigla, disse que todos os esforços no partido são para a eleição de Pang Rocha. “Não existe isonomia ali dentro. Toda a estrutura é voltada para eleger o Pang. Aos demais candidatos que não tem padrinho político, só resta aceitar sem reclamar”, revelou.




















